“O clube mais sujo do país… por coincidência também é de regatas” (por Iuri Corsini – Whatsapp)

O Vasco da Gama jogando nas Laranjeiras em 1923. O Fluminense emprestou o estádio.

O Vasco há muito que não faz jus à sua história.

Foi e continua sendo consumido por Euricos da vida. Mas a mídia e a torcida compram o barulho, afinal, é contra o Fluminense, o time do tapetão – em um oferecimento da mídia esportiva brasileira.

Mas essa questão da final da Taça Guanabara  é o cúmulo do absurdo e não têm dois culpados. Apenas um: o Clube de REGATAS Vasco da Gama. Desde 2013, com o NOVO Maracanã, o Fluminense e Flamengo foram os únicos interessados no consórcio. Vasco e Botafogo não quiseram conversa. O Flu ficou com o lado Sul e o Fla com o lado Norte. A decisão do Fluminense não foi para prejudicar o Vasco, foi o que a diretoria julgou ser o mais conveniente para o clube. O sol da tarde por exemplo, pega no lado Norte mas não afeta a torcida no lado Sul…

Em 1923, as torcidas do Vasco e do Botafogo (ambos regatas), comparecendo às Laranjeiras, para presenciar um jogo entre ambas equipes.

Desde 2013 o  Fluminense joga na Sul e o Vasco, contra o Flu, na Norte.

A tradição do Vasco em ficar na Sul vem de 1950, quando ganhou o campeonato que decidiria o lado das torcidas. Mais de 50 anos depois, um NOVO Maracanã foi construído. Um Maracanã gerido pela iniciativa privada. Um Maracanã que não há mais geral, nem anel inferior, muito menos ingressos a 5 reais.

Há um contrato em vigor e há que se respeitar. O Vasco, na surdina, sem tentar qualquer tipo de acordo prévio, iniciou de forma criminosa a venda dos ingressos para a sua torcida ficar no lado Sul. A justiça penalizou tal atitude e impôs multa por hora de ingresso vendido. Mesmo assim o Vasco manteve as vendas e insistiu em manter sua decisão.

Amigos, não há mistério, é somar 2+2. O Vasco e a FERJ há muuito andam de mãos dadas. São comparsas na trairagem, na trambicagem e no amadorismo.

O monumental estádio de São Januário, no famoso jogo contra o São Caetano, no ano 2000

Se merecem.

Há um único culpado. Mas a grande parte da mídia não está interessada em saber quando o Flu tem razão.

Foi é assim em relação aos “tapetões”.

O Vasco paga de time social, que briga por justiça por seriedade e bla bla bla.

Uma bela vascaína sendo auxiliada pela Polícia Militar no jogo contra o São Caetano, no Monumental de São Januário, no ano 2000

Mas foi gerido por Eurico por muitos anos.

Venceu o Brasileiro contra o São Caetano de forma totalmente DESONESTA.

Tentou tapetão escandaloso para anular seu rebaixamento após sua torcida (a mais assassina do país) entrar em confronto com a torcida do Atlético.

Mas isso ninguém quer falar.

Não entendo o que fazia esse rapaz dependurado na marquise do Monumental de São Januário

Ah, e outra coisa, no primeiro título da história vascaína, em 1923, quando o time ainda não tinha estádio, o Fluminense, usando sua tradicional fidalguia, cedeu as Laranjeiras para o time vascaíno jogar. Aliás, foi lá, no estádio do Fluminense, que o Vasco levantou a sua primeira taça. E em Laranjeiras jogou até a construção de São Januário, em 1927.

A história está disponível para quem quiser saber. Mas ninguém terá vontade.

Vasco, o clube mais sujo do país.

O que leva uma pessoa a esse tipo de comportamento?

X – X – X

Depois do texto acima eu deixo a pergunta para todos os TRICOLORES:

O QUE É SER VASCO?

“Morte, morte, morte ao amor” (por Sylvio Almeida – Facebook)

“Havia planejado como na maioria dos dias, publicar uma foto representando a beleza sem padrão imposto, apenas pela beleza natural das pessoas.

Não dá, hoje não dá.


Saí ontem do centro da cidade por volta das 21h depois de uma pancada de chuva absurdamente forte, já tinha notícias que na zona norte ventava forte nesse período.
Peguei o velho 497 depois de resolução íntima de reduzir circular de carro o máximo possível, quem me conhece sabe o quanto gosto de automóvel e principalmente dirigir, mas os tempos atuais não permitem a um cidadão hipertenso quase sexagenário dirigir com calma e equilíbrio, motocicletas e seus condutores kamikazes cruzam nossa frente, lateral ou verso de forma ameaçadora e agressiva nos tornando reféns de nós mesmos, quando nos importamos com a vida alheia. Engarrafamentos monstruosos numa cidade sem comando ou direção, carente de arquitetos e engenheiros com capacidade plena de gerir os espaços urbanos (um verdadeiro desastre administrativo público).

Mas tudo isso pra dizer que em meio ao caos urbano planejado, sim, planejado, porque não é possível acreditar que o prefeito, o governador e toda a sua turba possam ser tão incapazes assim, tem que haver um projeto de incapacidade para destruir uma cidade da importância mundial como o Rio de Janeiro, só pode.


Enfim, consegui chegar de ônibus do consórcio que cobra os R$ 4,05 de passagem, mas não oferece conforto ou segurança alguma, além de sujeira, baratas, equipamentos sucateado num serviço de sauna gratuita pois o ar condicionado, só existe mesmo as grelhas vazias no teto do veículo. Enquanto outras empresas consorciadas oferecem carros climatizados e e em conformidade com o valor da passagem pago.


Haveria muito mais pra maldizer desses serviços de concessão mas pouco adiantaria visto o quanto o noticiário já o fez.

Queria mesmo é me solidarizar com as vidas perdidas numa cidade que cresce sem absolutamente nenhum, eu digo e afirmo, nenhum planejamento urbano capaz de minimizar os tempos vindouros de densidade demográfica cada vez mais crescente nas encostas que jamais deveriam ter sido ocupadas, o Rio de Janeiro tem uma característica geográfica que não permite viver seguramente nas encostas, por mais que se invista nela, porém a política má gerida irá sempre permitir que assim aconteça, em decorrência disso…

Morte, morte, morte ao amor.”

X – X – X – X – X – X

O fotógrafo Sylvio Almeida foi mundo feliz ao FOTOGRAFAR de forma nua e crua a terrível noite do dia 07 de fevereiro (ontem) onde a natureza transformou em tragédia o maltrato a que vem sendo submetida ao logo dos tempos.

Por outro lado Sylvio é sócio do meu irmão Paulo-Roberto Andel no “SEBO X”, Praça Tiradentes, 9/611, lá no Centro, pertinho da estação Carioca do Metrô. Imperdível, os melhores preços do da cidade. Tem tudo para se transformar em um dos novos points da cidade.

100% C U L T U R A (apesar do calvário ministerial que assola este país).

Ninguém faz nada sozinho… Gratidão e Solidariedade caminham lado a lado: MUITO OBRIGADO (por Antonio Gonzalez)

Sobre a ação ocorrida ontem nas Laranjeiras só existe uma palavra para defini-la:  GRATIDÃO!!!

Gratidão aos funcionários mais humildes do Fluminense e da Sanatto (empresa terceirizada) a nossa eterna gratidão, meses a fio com os salários atrasados e nunca deixaram de cumprir com as suas obrigações.

Gratidão à Torcida Young Flu pela sua iniciativa.

Gratidão aos Sócios, Conselheiros e Torcedores que colaboraram com a causa.

Ninguém caminha se não tiver mãos que o ajudem: o meu muito obrigado especial para a Luciana de Farias e para o Claudio Bruno.

A minha gratidão ao Jornalista Caio Barbosa, GRANDE Tricolor, que soube com maestria retratar o acontecido.

O meu reconhecimento para a galera da N Y Flu, que interpretaram a gravidade do momento.

NÓS ESTAREMOS SEMPRE AO LADO DO FLUMINENSE.

    
          

Captação feita entre Sócios,aos Conselheiros e Torcedores do Fluminense:

  1. Ailton  Ribeiro
  2. Alexandre  Hardman
  3. Alexandre  Vilella  (Conselheiro)
  4. Andre  Barbosa (Conselheiro)
  5. André  Horta
  6. André  Sá  (Conselheiro)
  7. Angela  Valverde  (Conselheira)
  8. Antonio  Carlos Monteiro
  9. Antonio  Gonzalez  (Conselheiro  /  Sobranada)
  10. Bernardo Gomes  (Polo Aquático)
  11. Bernardo Von Sydow
  12. Bolão do Flu (Julio Yanimine)
  13. Bruno Carril
  14. Cacá Cardoso  (Benemérito)
  15. Cadu Grande
  16. Carlos Henrique Ferreira  (Benemérito)
  17. Celso Ícaro  (Conselheiro)
  18. Claudio Bruno  (Conselheiro)
  19. Diogo Bueno  (Conselheiro)
  20. Dirceu Rangel  (Conselheiro)
  21. Edgard Nascimento
  22. Edison  Mariz (Conselheiro)
  23. Eduardo de Moraes  (Conselheiro)
  24. Fabio Cortes do Nascimento (Conselheiro)
  25. Fernando Cesar Leite  (Conselheiro  –   Presidente do Conselho Deliberativo)
  26. Fernando Saraiva (Conselheiro)
  27. Flávio Cavalcanti Jr  (Conselheiro)
  28. Francisco Abenza Martinez, Paquito  (Conselheiro)
  29. Francisco Carvalho,  Chiquinho  (Conselheiro)
  30. Gilson   Maurity  (Conselheiro)
  31. Hugo Mosca  (Benemérito)
  32. Idel Halfen
  33. Ivone do Tênis / Pilates
  34. Jaime Guerreiro
  35. Jose Luiz  Paschoal
  36. José Neto
  37. Julio Bueno
  38. Julio Sampaio
  39. Kleber Monteiro  (Conselheiro)
  40. Leonardo Iespa
  41. Luciana de Farias
  42. Luiz Augusto
  43. Luiz Couceiro
  44. Luiz Fernando Bustamante
  45. Luiza Borges  (Nado Sincronizado)
  46. Marcelo de Carvalho  (Conselheiro)
  47. Marcos Furtado  (Benemérito)
  48. Maria Bruno  (Nado Sincronizado)
  49. Mauro Gluterner
  50. Miguel Pachá  (Conselheiro)
  51. Milton de Souza  (Benemérito)
  52. Milton Mandelblat  (Grande Benemérito)
  53. Nardo Gluterner  (Benemérito)
  54. Nelson Roberto  Vaz Moreira  (Benemérito)
  55. Nestor Bessa  (Conselheiro)
  56. Paes, Sra – Pilates
  57. Paulo Cesar Gimenez Almeida Jr
  58. Paulo Delphim (Conselheiro)
  59. Paulo Terra
  60. Paulo-Roberto Andel  (Panorama Tricolor)
  61. Pedro  Guimarães  (Conselheiro)
  62. Pedro Linhares Dela Nina
  63. Ramon Martinez  (Conselheiro  –  Diretor de Natação)
  64. Raul Guilherme Guimarães  (Conselheiro)
  65. Ricardo Mattos  (Conselheiro)
  66. Rodrigo Bueno
  67. Rodrigo Nascimento
  68. Rogerio Micucci  (Conselheiro)
  69. Rubens Langsdorff
  70. Saldor Hagen  (Conselheiro)
  71. Sergio Coutinho
  72. Sergio Mandelblat  (Conselheiro)
  73. Sergio Trigo
  74. Sylvio Goldfeld
  75. Tia Suely Gioseffi  (Sobranada)
  76. Turma da Ginástica da Academia Julio Veloso (Edna, Chiquinha, Ivone, Ana, Vera, Célia, Neide, Tetê e Nelly)
  77. Vicente Dattoli  (Conselheiro)
  78. Wagner Aieta
  79. Walcyr Borges  (Conselheiro  –  1º Secretário do Conselho  Deliberativo)
  80. Walfredo Peixoto
  81. Wallace Barros

Total: R$ 7.873,00

Captação feita pela Torcida Young Flu

  1. Alessandra Reis
  2. Alice Kaiser
  3. Ana Raquel da Costa C. Palma
  4. Andre Luis Gardel Barbosa
  5. André Luiz  Miguel Lucidi
  6. Angela Maria de Oliveira
  7. Bráulio Folchito
  8. Caio Paiva
  9. Christiano Costa Benedicto Ottoni
  10. Christiano Ottoni
  11. Diego Inacio de Almeida
  12. Diego Leonardo Carneiro da Cruz
  13. Eduardo Marina 
  14. Eliezer de Oliveira Filho
  15. Eurico Miranda
  16. Felippe Liborio Feitosa
  17. Gustavo Cantarino
  18. Gustavo Machado
  19. Guto
  20. Hector Rey
  21. Jonathan Oliveira
  22. José Vitor M Falcão
  23. Juan Fernando Rosado Gamarra
  24. Leonardo Bagno
  25. Leonardo Moretti
  26. Leonel Bertolini  Ibañez
  27. Luan Lima
  28. Luciano Bruno Faruolo
  29. Luis Fernando Torres H P dos Santos
  30. Luiz Claudio dias dos Santos
  31. Luiz Costa Cruz
  32. Marcelo Pereira Ferreira
  33. Marcos Spieler
  34. Maria Luiza Assad
  35. Miguel Carvalho
  36. Paulo Mitidieri
  37. Pedro
  38. Pedro Reis Bahia 
  39. Renata Duarte
  40. Victor Santos
  41. New York Flu 

Total: R$ 2.459,00

Gastos:

  1. 150 Cestas básicas + 150 panetones + 150 biscoitos + 150  sacos de aperitivos + 150 doces  =  R$9.850,00;
  2. Gastos vários: transportes, estacionamentos, combustível, taxas bancárias, gorjetas =  R$ 482,00

Total arrecadado:  R$ 10.332,00

Total despesas: R$ 10.332,00

A Flusócio destruiu o Fluminense (por Caio Barbosa)

 

Hoje foi dia de retornar às Laranjeiras. Pela segunda vez neste ano e, salvo engano, quinta ou sexta vez nos últimos oito anos. O lugar que frequentei quase que diariamente por boa parte da vida já não me pertence mais. Foi tomado de assalto por uma legião (sem trocadilho) de vigaristas, mentirosos, farsantes, canalhas e dilapidadores de patrimônio no início de 2011, conforme infelizmente avisei que aconteceria, sem nenhum tipo de orgulho de minha parte por ter avisado. Mas foi o que aconteceu.

O clube que no século passado ganhou o Prêmio Nobel do esporte, que tornou-se referência em absolutamente tudo, tanto desportivamente como socialmente, sendo um dos principais centros de convivência da sociedade carioca, tornou-se um celeiro de gente abjeta. Do dia para a noite. O desespero dos funcionários já em 2011 falava por si. De uma hora para outra passaram a conviver com pessoas que nunca haviam estado ali e se vestiam de uma arrogância e prepotência típicas de torcedores do clube que fica às costas do Redentor, não de frente para ele, como o nosso. E eu me recuso a frequentar o mesmo espaço que esta turma. Não sou mais tricolor do que ninguém. Mas sou tricolor. Essa gangue não é.

Esta semana, no entanto, fui convidado por um grupo de torcedores e conselheiros para acompanhar a entrega de 150 cestas básicas a funcionários do clube e também terceirizados que estão há meses sem receber. O convite chegou através de uma ligação de Antônio Gonzalez, ex-presidente da Força Flu, ex-dirigente, a quem muito critiquei, à época, mas que tem o mérito de poucos, diria raros, de não temer a arquibancada, onde fomos criados.

“Caio, tudo bem? Então, eu não sei se você está sabendo, mas a Young Flu está fazendo uma vaquinha pela internet para comprar cestas básicas para os funcionários, eu decidi ajudar, um grupo de conselheiros também, além de outros sócios, atletas, e eu queria saber se você poderia comparecer para acompanhar e, se não for inconveniente, contar com suas palavras o que viu”, disse Gonzalez.

Prometi que iria. E fui. Porque além de gostar do Fluminense, também criei laços de amizade com um sem-número de funcionários do clube ao longo das décadas. Mas ir às Laranjeiras é de cortar o coração. Entrei e fui direto ao Fidélis para o tradicional pão de queijo com Grapette. Não havia uma pessoa. Nem a Mariângela. Só havia uma placa com o verdadeiro nome da empresa, fantástico: “Terra Tricolor Ltda”, referência, claro, ao sobrenome da família. Segui para a antiga Fluboutique, atual Loja do Fluminense, um cenário devastador. Mesmo às vésperas do Natal, quando as Laranjeiras e a loja ficavam lotadas, não havia ninguém. E menos produtos que na prateleira de troféu do Botafogo.

O clube estava absolutamente deserto. Só não parecia abandonado porque lá estava o grupo de torcedores com suas cestas básicas a distribuir a poucos funcionários, posto que muitos estão sem dinheiro para ir trabalhar, outros tantos, segundo os colegas, foram coagidos pela direção para não receberem as cestas, o que dá a medida da baixeza moral, da covardia daqueles que administram o clube, a escória da sociedade, o oposto de outrora.

“É que infelizmente você não vem mais aqui, Caio. Tinha que vir para ver o que essa turma fez com o Fluminense. O que eles fizeram com o futebol, fizeram com o clube. Se ninguém fizer nada, pode acreditar: o Fluminense acaba”, contou uma funcionária com décadas de clube.

Diferentemente de todos que ali estavam, nunca participei da vida política do clube. Sequer voto. Nunca votei. Não é uma virtude. Aprendi com Armando Giesta que nosso lugar é na arquibancada. É lá que sinto bem. Mas hoje admito que se não fizerem alguma coisa, podem acabar com o Fluminense.

Nunca vi tanto lixo junto. Me desculpem pelas palavras fortes e pelo mau humor, mas eu sou assim. Quem gosta de lixo é urubu. E a flusócio. Eu sou tricolor. Estou do outro lado. Parabéns aos torcedores pela iniciativa, e aos funcionários pela dedicação.

Fora, Abad. O Fluminense não precisa de você. Pegue seus trapos e vá pigarrear com o Peter Siemsen. Saiba que todas as vezes que você entra no clube pelo portão principal, os funcionários sentem nojo de você. Foi o que ouvi hoje deles. O Oscar Cox, naquele busto, também. E eles estão cobertos de razão. Você e seus asseclas envergonham nossa história.

Vida norte

(rio Miño… de um lado, Espanha… do outro, Portugal)

 

Vida no norte…

É dança da morte, é vida sem sorte, o sabor de corte…

E a ferida não cicatriza… já não tem cura, nem atura o norte da vida…

Nas fronteiras da terra os trilhos da morte passam por perto, meu rumo é incerto, viver por viver…

Sem gosto da sorte amigos não ter…

E a distância aprofunda o amor ao silêncio,  esse grito contido…

Paixão que inunda me mantém de pé…

Amo você estrela da noite, mensageira brilhante… meu último adeus será Parati…

A solidão é  meu reino, a prostituta é rainha, seus cabelos largos…

Tão bela era França mas o império caiu…

Abaixo as guerras, peço paz nas terras, tudo é sempre possível.

Mas se não me satisfaz vou procurar de novo…

O sentimento incrível onde o amor se desfaz, a violência no povo…

Será  que existe valor se eu não conheço a dor…

Peço clemência acabada a inocência o trem vai partir…

O absoluto é mostro se não te parece…

Pra Roma eu vou…

O trem já partiu.

 

*** 1988 – Galicia  –  Espanha