50 anos do “Nove é a camisa dele!”… Boa sorte Mário Bittencourt, o seu sucesso será o sucesso do Fluminense! (por Antonio Gonzalez)

No dia 15 de junho de 1969 o  Fluminense chegava  à penúltima rodada com vinte e seis pontos, dois a mais do que o Flamengo que era o segundo colocado.  Portanto aquele Fla–Flu tinha sabor de decisão, semana agitada nas Laranjeiras, reféns ainda do título de 1964, cinco anos de estiagem no campeonato carioca, que então era o mais importante do país,  eram muitos.  Havia uma geração de jovens torcedores, que comandados por Sergio Aiub, líder da torcida Organizada, preparavam uma festa de arromba.  Duas toneladas de talco haviam sido compradas e devidamente ensacadas.  O treinador do Fluminense, com o passar dos dias, justificava a ausência do Diabo Louro na escalação do time titular: “O Samarone será a nossa arma secreta”.

Então eu tinha 7 anos de idade e havia acompanhado ao meu Pai a todos os jogos daquele estadual e apesar das preocupações da minha mãe “é uma loucura levar uma criança tão pequena para o Maracanã que deve ter 150 mil pessoas presentes” que me obrigaram a fazer um teatrinho e chorar copiosamente fazendo dengo no colo do meu avô que como todo espanhol do seu tempo determinou “ele já é um homem e vai comigo porque sim!” 

Com um Mario Filho literalmente dividido ao meio, para um público “oficial” de 171.599 pagantes, o time da Gávea foi o primeiro a entrar em campo acompanhado por  alguns torcedores rubro-negros que portavam uma gigantesca bandeira (para os moldes da época) e davam voltas pelo gramado, se sentindo soberanos.  Mal sabiam eles que a primeira surpresa estava preparada.  Debaixo de um terremoto de pó de arroz, nosso time também foi acompanhado por seguidores e para surpresa geral,  também portavam um hercúleo  pavilhão, com dimensões maiores.  Ali pensei, diante do fascínio que me fazia adentrar aquele mundo, começamos a ganhar o jogo.

Mais uma vez, nas cadeiras azuis, com meu pai, meu avô e meu tio Antonio Castro Gil. Juntos como sempre, já o meu tio Lorenzo que nos últimos tempos estava andando com uma galera tricolor da Tijuca que tempos depois daria origem à Força Flu, foi de arquibancada, pois tinha que ajudar na distribuição dos saquinhos de talco.  Meu pai não gostou,  o que valeu uma discussão entre os irmãos no almoço de sábado.  O jogo em si foram noventa minutos de pura emoção, o Fluminense abriu o placar com um gol do Wilton quase sem ângulo, eles empataram com um golaço do Liminha, Claudio Garcia desempatou num lance que transformou o goleiro flamenguista, o argentino Dominguez, em um personagem satânico, irritado por um possível impedimento no lance do gol, só visto por ele naquela cidade de concreto.  Acabou sendo expulso pelo juiz vedete, o Armando Marques, com o ponta esquerda dos caras, o Arilson sendo substituído pelo arqueiro reserva Sidnei.

O 1º gol marcado pelo Wilton

Vem o intervalo e eu tinha vontade de ir ao banheiro, o que fez com que meu pai me levasse a cometer a minha primeira transgressão à ordem pública.  Acabei fazendo xixi, ali mesmo, num copinho de mate, que o alegrinho do meu avô fez questão de jogar na geral… “É para refrescar a torcida deles”…  Naquele momento de olhos arregalados e com o sorriso maroto,  meu avô, meu herói.

Na volta para o segundo tempo, o time deles, mesmo com um jogador a menos pela expulsão do Gardel de Manicômio, aquela coisa que levava as cores do Exú do Seu 7 da Lira, partiu para cima da gente, só a vitória os interessava.  Assim, empataram aos quinze minutos numa bela cabeçada do Dionísio, na única bola aérea que ganhou dentro da nossa área onde o Galhardo foi o grande xerife, como se tratasse de um filme de faroeste interpretado pelo imenso John Wayne, onde nós éramos, como sempre, do lado dos mocinhos.  Eis que então surge o segundo personagem do jogo, Félix Mielli Venerando, o nosso Gato Félix.  Tinha baixado no adversário o espírito do rolo compressor, e tome bola no ataque dos caras, pelo alto, de perto, de longe.  Nada parecia abater ao Papel, que se agigantou em campo.

O Samarone havia substituído ao Lulinha, o que tornou o Fluminense mais ofensivo.  Arma secreta ou não, o certo é que aumentou o volume do jogo tricolor.  Uma bola trabalhada desde a defesa que chega ao lado direito do nosso ataque, cruzamento do Wilton, o Claudio Garcia disputa com o zagueiro e a bola sobra para ele, sim a bola sobrou para aquele que a “Flapress” da época tentou minar, gol de Flavio, o meu primeiro herói, o artista principal daquele dia.

Sai do Maracanã, sentado nos ombros do meu pai, navegávamos naquele mar de gente…  A música cantada a plenos pulmões, na primeira vez que eu conjugava o verbo sacanear…  Eu sacaneio um flamenguista, tu sacaneias um flamenguista, nós sacaneamos a vários flamenguistas…  Na voz uníssona da nossa torcida o “É ou não é, piada de salão, o time do urubu, querer ser campeão” tinha ares e requintes de crueldade.

Fomos todos para as Laranjeiras festejar, no rádio do carro, os comentários do jogo e ainda com muita emoção, escutamos a narração do Waldir Amaral… “Bola para Flavio, chutou, é gol…  Golllllllllllll do Fluminenseeee…  Flavioooo… Nove é a camisa dele… a camisa que tem cheiro de gol…  indivíduo competente!!!  Tem peixe na rede do Flamengo…”.

Até hoje me emociono, realmente…  aquela camisa tinha cheiro de gol!

Minha primeira final, campeão em cima do Flamengo, torcedor do Fluminense para toda uma vida… O time base que aqueles garotos como eu recitam até hoje, 50 anos depois: Félix; Oliveira, Galhardo, Assis e Marco Antônio; Denilson e Lulinha; Wilton (Cafuringa), Flávio, Cláudio Garcia (Samarone) e Lula. Técnico: Telê Santana – Presidente: Francisco Laport – Vice Presidente de Futebol: João Boueri

E no meu escrete do Fluminense de todos os tempos, nove é a camisa dele… eternamente Flavio.

É ou não é piada de salão, o time do urubu querer ser campeão?

Quem me conhece sabe que comigo o papo é reto, sem meia palavra, sem pique esconde e sem jogo de amarelinha.  É deveras conhecido que nem eu sou pessoa do rol de amizades do Mário Bittencourt, nem ele é pessoa da minha convivência. 

O certo é que não sabe nada do que fiz e represento, menos ainda o que representou a Força Flu para o Fluminense entre 1978 e 1985.  Como escreveu em seu dia o grande Paulo-Roberto Andel em seu livro O FLUMINENSE QUE EU VIVI: “não era apenas uma torcida organizada, mas um movimento político em plena época da ditadura, questionando equívocos da direção tricolor…” e até mesmo “entretanto, num cenário de grande conturbação política dentro do clube à época – e do país – a Fôrça Flu teve papel decisivo para semear as bases do que viria a ser um dos times mais vitoriosos da história tricolor. Ela reinvidicava como nunca e ansiava por dias melhores num momento em que estávamos à míngua – e ajuda a explicar o salto que demos entre o final de 1982 e o de 1983. As camisas verdes circulam nas arquibancadas de todos os estádios, ginásios e congêneres onde as três cores se façam presentes.  Convêm respeitar a história.”.

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No dia seguinte após o Fla-Flu de 1983, gol do Assis, a Força Flu invadiu o Corcovado. Essa foto foi capa de mais de 10 jornais em todo o Brasil. O nosso Fluminense voltava a ser GRANDE

Portanto as divergências entre o Gonzalez e o Bittencourt ficam no aspecto pessoal uma vez que agora ele é o Presidente do clube.  Repito: isso é pessoal e pelo bem do futuro da Instituição somente ficará nesse âmbito.

A lamentar o fato de você Mário só  ter começado a viver o intramuros  da história do Fluminense e do clube há 20 anos com a sua entrada como estagiário da entidade.  Só que o nosso Tricolor está a ponto de cumprir 117 anos dos quais eu posso falar com sapiência sobre os últimos 50.  Portanto conheço porque vivi.  Isso não me faz mais ou menos torcedor que você. Mas é fato.

Podemos dizer que são tempos diferentes, mas eu cresci na cultura do papel esperando sempre meu Pai regressar do trabalho com O GLOBO, leitura obrigatória pelas então últimas páginas do 1º caderno. Com o advento da mesada que começou aos 9 anos, em 1971, começaram, na sobra das moedas, a pintar o Jornal dos Sports nosso de cada dia.

E eu cresci em anos de glórias.

Posso dizer que vivi a segunda década de ouro do Fluminense, somente superada pelas conquistas da “seleção paulista” de Batatais, Hércules, Tim e Romeu, entre outros dos anos 1930.

Mas de 1969 a 1985 aquelas gerações de Tricolores, crianças, adolescentes, jovens e adultos, foram muito felizes.

Com certeza, infelizmente aquele Fluminense não existe mais. Oxalá com você e através de você ele alcance novos e determinantes horizontes.

Sinceramente é o que eu desejo, o teu sucesso será o sucesso do Fluminense. 

Mas o Mario Bittencourt necessita ter cuidado com o afã de seus apoiadores mais diretos. Não fica bem que os seus principais assessores políticos tenham processado em seu dia ao Fluminense.

Não se pode fazer política com o fígado, menos ainda com ódio.

Tanto os recorridos como o advogado são conselheiros eleitos na chapa vencedora do Mário Bittencourt

Sendo assim para nada me interessa fazer a política fratricida que a Tricolor de Coração fez e realizou desde o 1º dia da gestão passada, não será desta forma que teremos um clube com a tranqüilidade necessária.

Por outro lado, aquela cagada do Marcelo Teixeira com o aval do ex Presidente Abad, na venda do Diego Souza pelo Sport de Recife para o São Paulo, pelo menos de momento te trará algo de tranqüilidade.  Apesar de termos perdido mais de um milhão e meio de reais, o dinheiro liberado no Banco do Brasil, permitirá que nesta segunda feira, o clube consiga pagar algumas das pendências que tem com os funcionários. A se ressaltar a participação do Presidente do Conselho Deliberativo do Fluminense, Fernando Cesar Leite, junto a órgãos competentes na semana passada.

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O Fluminense é futebol antes que o resto. Os tempos mudaram e os sócios futebol decidiram essa eleição. O clube pertence aos seus torcedores.

Os tempos mudaram, a arquibancada decidiu a eleição. E isso é o aspecto mais positivo.  A partir de agora os poderes dos Esportes Olímpicos e dos aproveitadores da Democracia Tricolor tendem a zero.  Vou continuar como Conselheiro pelos próximos 5 meses e meio, é um direito legítimo.

E deixo claro desde já que se a galera do Márcio Trindade e do Ricardo Lopes começar a te dar problemas nesse começo de gestão pode me procurar porque estarei sempre disposto a bater de frente com esses caras. Nesse caso sim que é pessoal pois o Fluminense deles nada tem a ver com o nosso.

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As verdadeiras torcidas organizadas e os verdadeiros tem que ser apoiados

Outrossim é o diálogo com os que de verdade representam a nossa torcida e não falo de pela sacos que dizem ser torcida organizada ou movimento. É preciso saber quem é quem, quem realmente faz arquibancada e quem vai na onda.  Urge que se mude o canal de comunicação do clube com o BEPE, com o Ministério Público e com a Sunset.  Não podemos aceitar que tratem os nossos como marginais, pois antes de mais nada o Maracanã é também é nosso e nós somos os donos da festa.  Portanto não são eles que tem que determinar que tipo de festa, menos ainda de atividade (bateria, bandeiras e alegorias) podem e devem ser autorizadas.

Quanto aos que perderam a eleição: Não é momento de guerra. Permitam ao novo Presidente que possa colocar em prática o seu plano de gestão.  O que for correto vou aplaudir, o que não for, vou criticar.

Mas nesses primeiros 6 meses, que é o tempo de chegada só me permito exigir que o nosso time não seja rebaixado.  Qualquer coisa que surgir além disso já estaremos no lucro.

No mais, VENCER ou VENCER, sempre!

Saindo dos quartéis do exército em Realengo onde esteve preso em 1969 pela Ditadura, o imenso Tricolor Gilberto Gil SACANEIA o Flamengo depois da vitória do seu Fluminense sobre o rival.

Portanto este texto só poderia comemora os 50 anos do título de 1969 da seguinte forma: “Alô torcida do Flamengo aquele abraço!”.

“U Baldo era muito mais xogador, un crack de la camisa nueve…” (por Antonio Gonzalez)

Eu estava passando as férias de julho de 1971 em Itaipava, então tinha 9 anos de idade e no começo do ano havia acabado de ingressar no Colégio Santo Inácio.  O Grande Hotel Itaipava era o destino de toda a família, onde o meu avô era o verdadeiro rei do carteado.

A imprensa noticiava que o Fluminense havia liberado o Flavio, meu primeiro grande ídolo, para negociar com o Porto de Portugal…

Flávio, o Minuano

Confesso que aquilo incomodava… a possível perda do artilheiro me deixava triste.

Eram tempos em que a Taça Guanabara era o 3º título em importância, falamos de 1971, o Fluminense começou a competição contra o sempre perigoso e osso duro de roer América, com o sempre brilhante Eduzinho (de quem o Zico é irmão) como destaque.

Esse jogo eu acompanhei, uma vez que estávamos  na região serrana, pela rádio.  O Fluminense tinha 3 jogadores com a Seleção Brasileira, para a disputa da Taça Rocca: Félix, Marco Antonio e Lula. Sem esquecer do mala do Zagalo, o que fez com que o Pinheiro assumisse interinamente o comando da equipe e trouxesse consigo da base jogadores que dariam glórias e títulos ao Fluminense tais como Zé Roberto, Marquinhos (que depois na Ponte Preta se tornaria conhecido como Marco Aurélio) e o Rubens Galaxe.

O Fluminense venceu por 2 a 0 com 2 gols dele, Flavio… o do “Nove é a camisa dele, indivíduo competente, tem peixe na rede do América!!!” (era assim como o Waldir Amaral .da rádio Globo se referia ao Minuano)

“04/07/1971

Fluminense 2 x 0 América

Local: Maracanã

Juiz: Valquir Pimentel

Renda: Cr$ 34.830,00

Público: 7.409

Gols: Flávio 2’ e 66’

Expulsão: Aldeci por jogo violento

Fluminense: Vitório, Oliveira, Márcio, Lubumba e Toninho; Marquinhos e Júlio Amaral; Cafuringa (Mickey), Flávio, Jair (Rubens) e Zé Roberto.

Técnico: Pinheiro

América: Alberto; Sérgio, Alex, Mareco (Aldeci) e Zé Carlos; Badeco e Renato; Tarcísio, Sérgio Lima, Edú e Chiquinho (Tião).”

Flávio, o meu 1º ídolo junto com o Félix

Como estávamos nas férias e eu era CDFzinho a minha mãe permitiu que eu assistisse o vídeo-tape altas horas da noite pela TV Tupi, que transmitia logo depois da resenha do Ruy Porto, cuja apresentação começava depois do Programa Flavio Cavalvanti, ícone da televisão na época.

Flávio Cavalcanti, ÍCONE da televisão brasileira. Trechos de uma entrevista com Nelson Rodrigues

O gaúcho Ruy Porto que foi um dos pioneiros na imprensa  brasileira na utilização de uma mesa de botões para explicar o desenvolvimento da partida, no típico quem fez o que e por que este ou aquele saiu vitorioso.

Sem saber eu estava vendo através daquela Telefuken de 20 polegadas os 2 últimos gols do Flavio pelo Fluminense.

Ainda participou da seguinte partida contra o Bangu. Jogo estranho com direito à virada, revirada e empate final.

“10/07/1971

Fluminense 3 x Bangu 3

Local: Maracanã

Juiz: Nivaldo dos Santos

Renda: Cr$ 30.438,00

Público: 6.920

Gols: Edson 2’, Jair 18’ e 26’, Acelino 52’, Almiro 62’ e Mickey 80’

Fluminense: Vitório (Jairo), Oliveira, Abel, Lumumba e Toninho; Marquinhos e Rubens; Cafuringa, Flávio, Jair e Zé Roberto (Mickey).

Técnico: Pinheiro

Bangu: Nei (Roni); Cabrita (Morais), Sérgio, Sídnei e Paulinho; Fernando e Samuel; Jorginho, Almiro, Edson e Acelino.”

Flavio despediu-se das nossas cores naquela tarde/noite… Foi vendido para o Porto… e não foi só pelo dinheiro.  A viuvinha filha do Presidente do clube se apaixonou por ele e isso, para a época, só tinha uma solução…

A porta da rua.

Uma vez consumada a venda tive uma discussão com o meu PAI… “Como é que eu vou ver o Fluminense jogar sem o Flávio?”

“Ué… no ano passado quem fez os gols decisivos  foi o Mickey!!!” – contra-atacava o meu PAI, falando sobre a conquista do nosso 1º Campeonato Brasileiro, a Taça de Prata de 1970…

“Mas o Flavio é o melhor do Brasil” – respondi com raiva

Meu PAI subiu o tom da voz:

“U Baldo era muito mais xogador, un crack de la camisa nueve… Ele foi embora e nem por eso deixamos de ser campeones” – retrucou secamente encerrando a conversa naquele portunhol  misturado com galego tradicional…

Durante meses da minha vida perguntei por aqui e por ali quem tinha sido o tal UBALDO…  No máximo consegui chegar no obscuro Ubiraci…

Até que o meu avô matou aquela xarada…

Waldo… basta olhar a compleição física desse jogador há mais de 60 anos. Uma verdadeira FORTALEZA.

O tal UBALDO em realidade era o Waldo, simplesmente o maior artilheiro da história do Fluminense.

E o cara era foda… Foda não… FODAÇOAÇOAÇO!

Em pouco mais de 400 jogos, colecionou títulos: Carioca de 1959, Rio-SP de 1957 e 1960, Torneio Início de 1954 e 1956. Ainda sagrou-se artilheiro do Carioca em 1956 e dos dois Rio-SP conquistados vestindo a camisa Tricolor, em 1957 e 1960.

Ninguém fez mais gols vestindo as três cores que ele. Foram 319 vezes em que a rede balançou. O mais impressionante: nenhum destes foi de pênalti, aumentando ainda mais o seu feito. Em 1959, marcou 69 gols, o maior número de tentos feitos por um jogador em uma temporada pelo Fluminense.


Volta Olímpica dos jogadores do Fluminense após a conquista do Campeonato Carioca de 1959. Em primeiro plano aparecem Castilho, Waldo e Altair .  Quase nada!

As médias de gols dos maiores artilheiros dos adversários, Zico (Flamengo), Roberto Dinamite (Vasco) e Quarentinha (Botafogo), são inferiores a do Waldo. O que tem fácil tradução: O Artilheiro dos artilheiros.

Simples assim!

Mas toda história de amor tem um segundo ato…

No dia 1º de julho de 1961 Waldo transferiu-se para o Valência da Espanha…

Waldo também foi artilheiro no Valência, onde jogou por 8 temporadas, disputando
296 jogos e marcando 182 gols



Dez anos depois era o Flavio quem deixava as Laranjeiras…

O Flavio foi meu ídolo… Já o Waldo por ter sido o ídolo do meu PAI passou a ser meu ídolo também.

Waldo faleceu na última terça-feira, dia 26 de fevereiro de 2019… terá para sempre o meu MÁXIMO RESPEITO.

Por outro lado tem ex-jogador em atividade dizendo que quer voltar de graça… em realidade está fazendo jogo de cena… está fazendo campanha política para pseudo candidato e tem gente (empresário / agente de jogador) de olho em Xerém.

Mas como também me ensinou o meu PAI: “No Fluminense os jogadores passam mas o clube fica!”

Vida eterna ao Waldo!

Vida eterna ao Flávio!

Vida eterna a todos que vestiram a camisa do Fluminense com dignidade e sem outros interesses…

Finalizando…

VIDA LONGA AO PEDRO!

O Pedro TEM QUE SER o PRESENTE e o FUTURO. Sem mais!


O FLUMINENSE necessita de um verdadeiro e inegociável modelo de GESTÃO & GOVERNANÇA, de absoluta TRANSPARÊNCIA de cara aos seus sócios e torcedores, sem abrir mão de um FUTEBOL FORTE & CAMPEÃO.

Exerça a sua CIDADANIA!!!

No mais FELIZ CARNAVAL para todos…não esqueçam da camisinha e do KY.

O PEDRO VAI TE PEGAR!!!


Das Maravilhas do Mar, fez-se o Resplendor de uma Noite – Portela. Um dos sambas mais cantados pela torcida do Fluminense no Maracanã

No país da Puta que Pariu! (por Antonio Gonzalez)

Imaginem vocês um país… desses que mais parecem com uma República Bananeira…

Imaginem que nesse país dia trás dia acontecem coisas surreais, daquelas que mancham a dignidade do ser humano…

O helicóptero, Aécio Neves e os Perrelas

Imaginem que em 2013 um helicóptero é interceptado numa fazenda nessa República Bananeira descarregando 450 quilos de pasta de cocaína…

Imaginem que a máquina voadora pertence ao filho de um ex-presidente de um clube de futebol que também exerce de Senador na mesma República Bananeira…

Mas aumentem o imaginário porque 4 anos depois o dono da mesma fazenda é preso com U$ 17.000.000,00 (dezessete milhões de dólares) em cocaína…

Ora senhores… são apenas coincidências… tão quanto que o dono do helicóptero que foi apreendido com aqueles 450 quilos de pasta de cocaína, vira diretor da Confederação Bananeira de Futebol…

Pois bem…   até hoje ninguém foi preso.

Certamente, mesmo falecido há 22 anos, Renato Russo, encheria os pulmões para cantar “Que país é esse?”…

O desastre ambiental causado pelo rompimento da represa de Mariana

Mas vamos em frente…

Imaginem que nessa República Bananeira no dia 5 de setembro de 2015, numa cidade chamada Mariana rompe-se uma barragem de rejeitos de mineração denominada “Fundão”, controlada pela Samarco Mineração S.A., um empreendimento conjunto das maiores empresas de mineração do mundo, a brasileira Vale S.A. e a anglo-australiana BHP Billiton. 

O rompimento da barragem de Fundão é considerado o desastre industrial que causou o maior impacto ambiental da história da República Bananeira e o maior do mundo envolvendo barragens de rejeitos, com um volume total despejado de 62 milhões de metros cúbicos. A lama chegou ao rio Doce, cuja bacia hidrográfica abrange 230 municípios dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, muitos dos quais abastecem sua população com a água do rio. 

Após atingir o oceano, a lama provavelmente afetou milhares de espécies da fauna e flora marinhas. Então oficialmente morreram 18 pessoas e 1 continua desaparecida…

Na primeira quinzena de novembro de 2015, foram criadas, na Câmara Federal e nas Assembleias Legislativas dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, três Comissões Especiais para acompanhar o caso e as providências adotadas. Segundo divulgação pela imprensa, muitos dos parlamentares integrantes dessas três comissões receberam doações de empresas do grupo Vale para financiar suas campanhas eleitorais. Tais doações somaram R$ 2,6 milhões e são legais, informadas pelos candidatos à Justiça Eleitoral.

Pois bem…   até hoje ninguém foi preso.

Certamente, mesmo falecido há 22 anos, Renato Russo, encheria os pulmões para cantar “Que país é esse?”…

Até quando?

Imaginem vocês que neste país você tem canais de televisões devendo CENTENAS DE MILHÕES em impostos e continuam com as suas concessões…

Imaginem que este país resolve polarizar o seu fraco e desconhecido conteúdo político entre a direita e os comunistas comedores de criancinhas… Imaginem vocês que alguns desses comunistas comedores de criancinhas traíram às palavras e os conceitos sobre a liberdade que propagavam há 40 anos e hoje vivem de acordo com os dogmas burgueses…

Imaginem que nessa República Bananeira mulheres são agredidas e assassinadas todos os dias pela (in)cultura covarde do feminicídio, daqueles que acham normal bater em mulher…

BASTA DE IGNORÂNCIA

E o que pensar dessa República Bananeira quando a perseguição à comunidade LGTB é a que, em pleno século XXI, causa o maior número de assassinatos contra esses seres humanos?  Sem esquecer que estes  comportamentos eram NORMAIS em plena Ditadura.

Nos tempos da Ditadura, a defesa das minorias

Como definir essa República Bananeira onde a execução sumária de uma vereadora chamada Marielle continua, passados mais de 11 meses, impune do tipo NINGUÉM SABE, NINGUÉM COMENTA, NINGUÉM VIU?

Prática essa comum na Itália camorrista, onde os mafiosos faziam de tudo para tirar de circulação juízes e políticos que tinham peito para não aceitarem com normalidade aos interesses da máfia.

Só que quem mandou matar Marielle mal podia imaginar que ela era semente, e que milhões de Marielles em todo mundo se levantariam no dia seguinte!

Marielle VIVE!

Como definir essa República Bananeira se centenas de policiais são executados estando ou não no exercício da sua profissão?  Que lugar é esse?

Como aceitar as barbáries contra a população negra dessa República Bananeira? Ou será que teremos que ressuscitar a Princesa Isabel e lhe dizer que tão importante quando o dia 13 de maio de 1888, seria do dia 14 de maio de 1888 em diante.

Como imaginar um país onde o poder do tráfico de drogas faz e desfaz, sabedores que somos que nem a droga, nem as armas sobem pelos seus próprios pés até as comunidades onde estão instaladas?

Negros, brancos, amarelos, coloridos… Todos VIVOS!!!

O que falar dessa República Bananeira que elege aos piores congressistas da sua história… como descrever esse país que elege como Deputado Federal, com  mais de 150 mil votos, a um ex ator pornô com amplo histórico de boçalidades explícitas?

Como traduzir essa República Bananeira onde motoristas fazem circular em suas contas bancárias míseros 2 MILHÕES DE REAIS?  Na boa, esse cara é bom pra cacete… é o mínimo que eu posso falar dele.

Legenda livre

Agora imaginem que aquela mesma República Bananeira onde ocorreu a tragédia com a represa da cidade chamada Mariana, 3 anos e meio depois volta a ser vítima de outra fatalidade: O rompimento da barragem em Brumadinho, é mais um triste capítulo da história dos desastres ambientais nesse país. Uma barragem pertencente à mineradora Vale rompeu-se no dia 25 de janeiro de 2019, desencadeando uma onda de lama que destruiu casas, vegetações e matou várias pessoas e animais.  Até o momento a cifra é de  169 mortos.

Nessa República Bananeira o Presidente dessa mineradora Vale, bicampeã (Mariana e Brumadinho) continua impune. Enquanto isso no exterior a imprensa não se esquece do acontecido.

Precisa traduzir?

Como podemos encarar essa República Bananeira onde um ministro diz que o Chico Mendes não significa nada e a ministra do “meninos vestem azul e meninas vestem rosa” conseguiu ver Jesus em um pé de goiabeira.

E por último, tentando abreviar esse baixo astral, imaginem que nessa República Bananeira o Centro de Treinamento do maior clube de futebol pega fogo causando a morte de 10 jovens atletas… Duas semanas depois a impunidade é a bandeira maior… os culpados estão na rua… ou vamos dizer que a culpa é do fogo.

Certamente, mesmo falecido há 22 anos, Renato Russo, encheria os pulmões para cantar “Que país é esse?”…

Decapitando futuros


Vocês estar pensando com esses causos que eu contei acima: “Esse Gonzalez depois que começou a falar com o Nelson Rodrigues tá metido… inventa países… quer falar inclusive de política”…

Nada disso, escrevi o textão acima porque quero, preciso e necessito falar de futebol, do meu, do nosso Fluminense.

O que aconteceu com o Fluminense com relação à decisão da Taça Guanabara teve de tudo o que pode acontecer num país com princípios de duvidosa reputação:

  1. Na quinta-feira depois da vitória do Fluminense contra o Flamengo, os funcionários encarregados da logística desse novo Maracanã SABIAM DE ANTEMÃO que a torcida do Vasco ficaria na arquibancada Sul;
  2. O contrato (mal redigido por quem escreveu e inclui a cláusula de que a Sul “pertencia” ao Fluminense) foi descumprido, rasgado em sua essência, por uma Concessionária que traz consigo as digitais de uma Odebrecth casadíssima com as mazelas descobertas pela Lava Jatos da vida;
  3. O desrespeito à decisão de uma Desembargadora, com a Justiça Brasileira sendo IGNORADA pelos maléficos desejos do Clube de REGATAS Vasco da Gama (aliado ao Consórcio Maracanã e à Federação de Futebol do estado), que desobedeceu o que foi determinado e vendeu ingressos SOMENTE PARA A SUA TORCIDA;
  4. O descaso de uma Federação de Futebol para com um dos seus afiliados, decidido (repetindo a parceria Caixa d’Água x Eurico Miranda) e submetendo a favor do clube do Monumental de São Januário;
  5. Como pode a Polícia Militar se mostrar tão pouco eficiente nas suas propostas, assim com na sua atuação;
  6. Na pergunta do milhão: Quem mandou abrir as portas do estádio e por que razão os torcedores do Vasco da Gama puderam aceder ao estádio sem ingresso e os do Fluminense não?;
  7. A virulência encomendada da torcida vascaína que provoca o distúrbio com a Polícia Militar;
  8. Arbitragem encaminhada, com a não anulação de um gol ilegal (impedimento com a participação direta na jogada, mesmo admitindo a falha do nosso goleiro) e com a presença do “brilhante” porém conflitante Marcelo de Lima Henrique como o árbitro do VAR.  Tá de sacanagem né… teria sido melhor e menos custoso colocar um cego para executar a função;
  9. E por último um TJD contaminado e parcial.
Sem legenda

Não amigos, eu defino o abad como um traidor, mentiroso… sei de tudo o que o Fluminense está passando por culpa dos desacertos desse garoto medito a Presidente do Clube.

Isso é uma coisa… Outra coisa é não reconhecer que o Fluminense foi vítima de um grande complô… coisa de máfia, de milícia, de tráfico de influências. E que precisa que estejamos alinhados na sua defesa.

E nessa apesar do meu #FORAabad eterno, eu vou estar ao lado do nosso clube…

Por outro lado é preciso que o abad entenda que os melhores quadros do clube NUNCA ESTIVERAM na flusócio, menos ainda nos Esportes “Caixa 2” Olímpicos e nem na boquinha dos aproveitadores da democracia tricolor.

Os melhores quadros, os que tem CURRÍCULO de verdade, foram colocados a margem da gestão:  Cacá Cardoso, Diogo Bueno, Sandor Hagen, Idel Halfen e Miguel Pachá posso listar outros 40 nomes) são MUITÍSSIMO MELHORES do que as merdas que acompanham ao abad.

Tanto que a ajuda do Presidente do Conselho Deliberativo, Fernando Cesar Leite (previamente definito por um conselheiro da flusócio com “SEM VERGONHA”) foi fundamental… tanto para resolver os problemas referentes à papelada do CT Pedro Antonio, como para as tratativas do jogo.  Não obstante os profissionais do Departamento Jurídico do Fluminense CARECEM DE ESTRADA para profundeza dessa espécie.

De resto…

Certamente, mesmo falecido há 22 anos, Renato Russo, encheria os pulmões para cantar “Que país é esse?”…

E eu responderia na lata: 

É O PAÍS DA PUTA QUE PARIU!

“Un carallo a tiempo es una victoria dialéctica” (by Camilo José Cela) – por Antonio Gonzalez

O Prêmio Nobel de Literatura de 1989, Camilo José Cela era amante da provocação e da controvérsia até a mais profunda das entranhas.  O escritor nascido em La Coruña (Galícia), assim como o eterno Tricolor Nelson Rodrigues era de direita (tanto que lutou na Guerra Civil Espanhola – 1936/1939 – nas tropas falangistas que eram pro Franco).  E como bom galego, não se cortava na hora de dizer o que pensava, na cara e na lata.

Membro do Senado espanhol por decreto real (Rei Don
Juan Carlos Alfonso Víctor María de Borbón y Borbón-Dos Sicilias) , na transição espanhola, em 1977 quando se debatia o projeto da Constituição, dormiu em uma sessão.  O Presidente do Senado, Antonio Fontán, percebendo o ocorrido dirigiu-se ao senador despertando-lhe e lhe disse “Camilo, você está dormido!”…

O galego respondeu de bate pronto: “Estou dormindo e não dormido”…

Fontán – catedrático de latim – replicou: “E não é o mesmo?”…

O escritor que era amante da provocação e da controvérsia até a mais profunda das entranhas, soltou uma sonora gargalhada respondendo que “Não. Da mesma forma que não é a mesma coisa estar fodido do que estar fodendo”…

O atual momento político do Fluminense tem disso… tem gente se fazendo de fodida mas que em realidade está fodendo com o clube, seja por interesses pessoais ou pelas imperiosas vontades dos seus grupos de se manterem no poder ou de conquistá-lo sem qualquer tipo de escrúpulo.

Tanto o abad (com minúscula mesmo tamanho é o respeito que merece de minha parte) assim como os personagens do (tri)(bi)(uno)unvirato, ao destilar o ódio que os alimenta, querem reinventar a história do clube, falando asneiras e cretinices sobre a década de 90, principalmente sobre a Vanguarda Tricolor.

Nada sabem porque não sabem de nada!

Pensam que estão me atacando e que eu fico nervoso ou preocupado… enquanto isso, eu cago para eles que não viveram os anos 1990 por um simples motivo: alguns nem sócios eram do clube e os outros sofrem de amnésia mesmo.

Ou eles se esqueceram que o Peter Siemsen era vanguardista?… Ou eles não se lembram que a base que criou esse monstro chamado flusócio (com minúscula mesmo tamanho é o respeito que merece de minha parte) também pertencia ao movimento que DEMOCRATIZOU o clube fazendo a reforma estatutária que permitiu a Eleição Direta para presidente da instituição?  Ou fazem questão de omitir que 2 membros do atual alto clero da flusócio (os quase primos) pertenceram aos quadros da VT?…

E esse teatro que estão fazendo agora nada mais é do que “mais do mesmo”… abad e flusócio são Mário, Tenório e Celso, da mesma forma que Mário, Tenório e Celso foram Peter até quando lhes interessou. Assim como o Fernando Simone já foi Peter, já foi Mário, agora é abad, da mesma forma que está se preparando para voltar a ser Mário!

É claro que sou contra uma reforma estatutária estapafúrdia, sem isonomia, casuística e amoral.

Basta o abad renunciar e o Fluminense ganha tempo. 

Mas não, esse indivíduo o que quer é que alguém entre na justiça e que se crie uma guerra nos tribunais.

Não estão pensando no que é melhor para a entidade: nem o abad, nem a flusócio, nem o (tri)(bi)(uno)unvirato. NÃO TEM um plano de recuperação econômica, menos ainda de revitalização das combalidas e agonizantes finanças da Instituição.

E fazer futebol de forma inconseqüente é acelerar o passo neste momento para a expressa “americanização” do Fluminense.  Dizer que vender as Laranjeiras e acabar com os Esportes Olímpicos representam a solução para os problemas é uma falácia.

Propositalmente estive as últimas semanas sem escrever, queria saber até onde iria a covarde valentia dos que transpiram o ódio inerente aos incompetentes.

Voltando a Camilo José Cela, é dele a seguinte frase (já traduzida): “o ruim dos que acreditam estar com a posse da verdade é que quando a tem que demonstrar não acertam nada!”…

Ora senhores… é binário, simples… ou você é tão bom quanto eles e acredita nessas ilusas e transviadas ilusões (tipo petequeiros Gressin 2000 do posto 6)… ou acredita naqueles que partem para a busca das verdadeiras soluções que possam colocar o Fluminense no seu lugar de locomotiva no cenário do futebol brasileiro.

A renúncia do abad é o caminho, tenham a certeza disso… eleições no máximo em 45 dias. O resto é ilusão barata, quer dizer, enrolação.

Sei que tenho um grande defeito: NÃO TENHO MEDO DE TROCAR PORRADA SOZINHO… em qualquer terreno.

De resto, o título deste texto traduz o que eu quero dizer aos inventores do que se passou na década de 1990:

“Un carallo a tiempo es una victoria dialéctica”

Portanto:

Vão tomar banho!

Renunciar pode ser ato de enorme nobreza (por Gravatinha)

Consta do dicionário Houaiss da língua portuguesa , na segunda das suas acepções sobre a palavra renunciar, que o vocábulo significa (ipsis litteris): ” desistir da posse de; abdicar (renunciou o trono por amor) (é difícil renunciar o trono por amor)”.


Como se vê, renunciar não tem necessariamente um significado negativo. Pode ser ato de grande nobreza. Nos regimes europeus, é certo que parlamentaristas em sua grande maioria, a renúncia do primeiro ministro é fato rotineiro. Algumas vezes por motivos graves e nobres. Foi assim na Segunda Grande Guerra quando o primeiro-ministro britânico Naville Chamberlain renunciou em favor de Winston Churchill , em uma situação gravíssima para o Império Britânico. Pedro I também renunciou, abdicou no caso, para que o Império brasileiro pudesse seguir em frente.

Imagem relacionada

(Arthur Neville Chamberlain and Adolf Hitler in Munich, 1938)

Há também, casos negativos. O mais conhecido no Brasil foi o de Jânio Quadros que renunciou, em 1961, após uma retumbante vitória eleitoral na corrida presidencial. Mas, o lado negativo foi que a renúncia, e a história mostra isso, tinha o objetivo de fechar o Congresso, de dar um golpe para aumentar os poderes do Presidente.

Presidente Abad: a necessidade de mudança do principal mandatário do Fluminense pode ser explicada por diversas causas. Por uma herança maldita, por uma divisão antropofágica do clube, pela crise financeira, pelos resultados do futebol. Isso acontece em diversas circunstâncias e ocasiões. Por exemplo, Chamberlain tem o seu papel na história do Reino Unido. Pedro I também o tem na história do Brasil.
Mudar o Estatuto por um casuísmo, que pode ser resolvido de outra forma, é muito grave. É um sinal de falência da nossa instituição, o nosso Fluminense. A possibilidade de judicialização é muito grande. E, assim, não conseguirmos o intento de mudar a nossa principal liderança. Várias questões precisam ser equacionadas a partir da antecipação das eleições. Por exemplo, haverá um mandato-tampão? Como preservar o mandato do Conselheiro eleito no último pleito e o do sócio que entrou para votar nas eleições de 2019?

A renúncia, Presidente Abad, é o melhor para o Sr e para o Fluminense, apelamos todos os que estão comigo, aqui em cima. E são muitos. E a vida
é longa. O Sr, jovem que é, ainda poderá contribuir muito com o nosso
tricolor.


Gravatinha- 28/12/2018

Notas da redação:

Acordo de Munique foi um tratado datado de 29 de setembro de 1938, na cidade de Munique, na Alemanha, entre os líderes das maiores potências da Europa à época. O tratado foi a conclusão de uma conferência organizada por Adolf Hitler, o líder do governo nazista da Alemanha.

O objetivo da conferência era a discussão do futuro da Checoslováquiae terminou com a capitulação das nações democráticas perante a Alemanha Nazi de Adolf Hitler. Este episódio ilustra melhor do que outros o significado da “política de apaziguamento“.

Winston Churchill disse sobre Chamberlain quanto a este acordo: “Entre a desonra e a guerra, escolheste a desonra, e terás a guerra“.

A Flusócio destruiu o Fluminense (por Caio Barbosa)

 

Hoje foi dia de retornar às Laranjeiras. Pela segunda vez neste ano e, salvo engano, quinta ou sexta vez nos últimos oito anos. O lugar que frequentei quase que diariamente por boa parte da vida já não me pertence mais. Foi tomado de assalto por uma legião (sem trocadilho) de vigaristas, mentirosos, farsantes, canalhas e dilapidadores de patrimônio no início de 2011, conforme infelizmente avisei que aconteceria, sem nenhum tipo de orgulho de minha parte por ter avisado. Mas foi o que aconteceu.

O clube que no século passado ganhou o Prêmio Nobel do esporte, que tornou-se referência em absolutamente tudo, tanto desportivamente como socialmente, sendo um dos principais centros de convivência da sociedade carioca, tornou-se um celeiro de gente abjeta. Do dia para a noite. O desespero dos funcionários já em 2011 falava por si. De uma hora para outra passaram a conviver com pessoas que nunca haviam estado ali e se vestiam de uma arrogância e prepotência típicas de torcedores do clube que fica às costas do Redentor, não de frente para ele, como o nosso. E eu me recuso a frequentar o mesmo espaço que esta turma. Não sou mais tricolor do que ninguém. Mas sou tricolor. Essa gangue não é.

Esta semana, no entanto, fui convidado por um grupo de torcedores e conselheiros para acompanhar a entrega de 150 cestas básicas a funcionários do clube e também terceirizados que estão há meses sem receber. O convite chegou através de uma ligação de Antônio Gonzalez, ex-presidente da Força Flu, ex-dirigente, a quem muito critiquei, à época, mas que tem o mérito de poucos, diria raros, de não temer a arquibancada, onde fomos criados.

“Caio, tudo bem? Então, eu não sei se você está sabendo, mas a Young Flu está fazendo uma vaquinha pela internet para comprar cestas básicas para os funcionários, eu decidi ajudar, um grupo de conselheiros também, além de outros sócios, atletas, e eu queria saber se você poderia comparecer para acompanhar e, se não for inconveniente, contar com suas palavras o que viu”, disse Gonzalez.

Prometi que iria. E fui. Porque além de gostar do Fluminense, também criei laços de amizade com um sem-número de funcionários do clube ao longo das décadas. Mas ir às Laranjeiras é de cortar o coração. Entrei e fui direto ao Fidélis para o tradicional pão de queijo com Grapette. Não havia uma pessoa. Nem a Mariângela. Só havia uma placa com o verdadeiro nome da empresa, fantástico: “Terra Tricolor Ltda”, referência, claro, ao sobrenome da família. Segui para a antiga Fluboutique, atual Loja do Fluminense, um cenário devastador. Mesmo às vésperas do Natal, quando as Laranjeiras e a loja ficavam lotadas, não havia ninguém. E menos produtos que na prateleira de troféu do Botafogo.

O clube estava absolutamente deserto. Só não parecia abandonado porque lá estava o grupo de torcedores com suas cestas básicas a distribuir a poucos funcionários, posto que muitos estão sem dinheiro para ir trabalhar, outros tantos, segundo os colegas, foram coagidos pela direção para não receberem as cestas, o que dá a medida da baixeza moral, da covardia daqueles que administram o clube, a escória da sociedade, o oposto de outrora.

“É que infelizmente você não vem mais aqui, Caio. Tinha que vir para ver o que essa turma fez com o Fluminense. O que eles fizeram com o futebol, fizeram com o clube. Se ninguém fizer nada, pode acreditar: o Fluminense acaba”, contou uma funcionária com décadas de clube.

Diferentemente de todos que ali estavam, nunca participei da vida política do clube. Sequer voto. Nunca votei. Não é uma virtude. Aprendi com Armando Giesta que nosso lugar é na arquibancada. É lá que sinto bem. Mas hoje admito que se não fizerem alguma coisa, podem acabar com o Fluminense.

Nunca vi tanto lixo junto. Me desculpem pelas palavras fortes e pelo mau humor, mas eu sou assim. Quem gosta de lixo é urubu. E a flusócio. Eu sou tricolor. Estou do outro lado. Parabéns aos torcedores pela iniciativa, e aos funcionários pela dedicação.

Fora, Abad. O Fluminense não precisa de você. Pegue seus trapos e vá pigarrear com o Peter Siemsen. Saiba que todas as vezes que você entra no clube pelo portão principal, os funcionários sentem nojo de você. Foi o que ouvi hoje deles. O Oscar Cox, naquele busto, também. E eles estão cobertos de razão. Você e seus asseclas envergonham nossa história.

Não contém comigo para roubar o Fluminense! Ninguém corrompe a minha dignidade – (por Antonio Gonzalez)

Outra derrota. 

Não vou perder meu tempo prolongando discussões estéreis de que a arbitragem fez isso, de que o Marcelo Oliveira por enésima vez escalou mal, de que o Marcelo Oliveira com a anuência do omisso Vice Presidente de Futebol, Fabiano Camargo, insistiu em colocar o tal (essa coisa indescritível como jogador de futebol) do Junior Dutra, se faltam X pontos (tem gente que está muito calma dizendo que já está classificado, da mesma forma que tem gente muito preocupada com o poder de fogo dessa equipe).

O certo é que esse time do Fluminense não faz gol nem no arco-íris e que na próxima segunda-feira, contra o Ceará, VAI SER GUERRA…  Pelo menos deveria ser encarada como tal.

E já conhecendo como se movem… a essa altura, esse câncer da flusócio já está comandando o “passar a sacolinha” na tentativa de angariar dinheiro para pagar o bicho antecipado, da mesma forma  que esses frouxos, por medo dos jogadores (se fosse um clube dirigido por machos seria do pensamento do “quem não deve não teme”… como são um bando de bunda rachada, “quem deve se caga de medo) desaparecem do vestiário…

Sempre vou desejar o melhor para o Fluminense e quero que esses pontos que nos garantam à permanência na Série A, cheguem o antes possível.

Quanto à flusócio, desejo que morram cheio de feridas pelo crediário da Bemoreira / Ducal.

De preferência, bem longe do Fluminense.

“Nenhuma paixão pode, como o medo, tão efetivamente roubar o espírito da capacidade de agir e pensar.” (by Edmund Burke)

Comecemos pelo verbo roubar:

De saída digo que não falo de roubo de dinheiro… Não acuso a ninguém de desviar,

de surrupiar,

de afanar,

de gualdripar,

de abafar,

de abiscoitar,

de agadanhar,

de agafanhar,

de assaltar,

de defraudar,

de desfalcar,

de escamotear,

de gatunar,

de ladroar,

de larapiar ou coisa parecida…

Ou seja, ainda não tenho provas para dizer que existe roubo de dinheiro no clube ou que alguém esteja roubando o Fluminense financeiramente, menos ainda dizer (repito, com provas nas mãos) que tenha gente se dando bem às custas do Fluminense.

A noite desta última terça-feira 13 (martes trece – solo para los conocen la vida) é uma das mais tristes que vivi como Tricolor e, principalmente como Conselheiro!

Já são quase 48 horas  sem conseguir dormir.

Neste instante os meus olhos querem expulsar lágrimas e já não defino o que sinto como raiva.

Vai além! Tenho nojo e desprezo, em realidade é ódio o que nutro.

Mas é verdade o que escrevi acima:

Não contém comigo para roubar o Fluminense!

Porque no final dessa terça-feira 13 de novembro de 2018 (martes trece – solo para los conocen la vida), esses “pilantras que manipulam votações”, ROUBARAM O MEU SONHO…

E o meu iluso sonho é apenas mais um entre milhões de sonhos roubados…

E esse pessoal, flusócio e os coniventes (ou será os cornos mansos) dos Esportes Olímpicos, desde 2013 vem ROUBANDO O SONHO dos Tricolores.

De 2013 para cá caímos (legalmente e pela legalidade não cumprimos a pena) e levamos anos brigando para não cair apesar dos N namoros com o rebaixamento.

Falsos jogadores em fim de carreira… Ronaldinho Gaúcho, Henrique Bordeaux e Lucas lateral direito, entre eles… Ilusões não correspondidas…

Jogadores medíocres contratados a peso de ouro… Ou vocês ainda não fizeram a conta para saber quanto custam De Amores, Kaíke, Junior Dutra e Cabezas, por mês?  Mais de 600 mil, fora impostos… Traduzindo: dava para trazer fácil, molinho, a um Tiago Neves da vez…

Mas não… preferem ROUBAR SONHOS com essas contratações PIRATAS (que me permita o Conselheiro Alexandre Vilella) com o discurso do novo craque ou de recuperar, para os outros, no caso “os empresários” (vide Luan Peres e Bathan), jogadores desaparecidos…

Mais uma vez fiz a minha parte… E com humildade posso bater no peito e definir… Estudei (como sempre faço) o Estatuto em profundidade…

Mas não serve, de nada adianta…

Esses caras estão preocupados com os seus feudos, com as suas mesas de birita e de carteado… e obviamente com as suas idas e vindas, com muitas selfies, aos camarotes do Maracanã (Moça Bonita nem conhecem e Los Larios jamais entrará no vocabulário deles e delas por uma simples razão: o “pseudo amor deles pelo clube é revestido pela falta de testículos e de ovários de gente que mereça o respeito como ser humano).

Fica fácil de entender como funcionam… não estão nem aí para o que não seja do interesse deles e de “otras cositas más”…

E se aliarmos a isso que temos um Conselho Fiscal que tem um comportamento AUSENTE E DISTANTE… Fique calmo Sr. Presidente Felipe Dias… antes de se preocupar com o que eu falo e escrevo nas redes sociais, procure saber o que gente que pertence aos quadros do próprio Conselho Fiscal e  que VOTOU SIM nessa noite de horrores, fala no Maracanã… Tanto a respeito da saúde financeira do clube, até mesmo da condução dos trabalhos…

Só que esse tipo de gente, garganta de pé de ouvido, chega na hora H e mostra o caráter que tem…

E votam SIM.

Porque é assim que determinam os donos (ou serão os escravocratas) da flusócio, os donos (ou serão os escravocratas) dos Esportes Olímpicos, dos eternos oportunistas da Democracia Tricolor e os representantes do Peter Siemsen que ainda perambulam, como almas penadas no Conselho Deliberativo.

Falando em Conselho Deliberativo… pelo visto a noite da radiografia buco-maxilo-facial nada ensinou, pelo menos por enquanto…

E essa mesa do Conselho Deliberativo também é ponta de lança quando o assunto é ROUBAR SONHOS.

Todos sabem como funciono, que sou rígido quando se trata de cumprir o Estatuto.  Mas infelizmente, como também aconteceu na penúltima reunião, a mesa do Conselho Deliberativo (QUE NÃO CONHECE O ESTATUTO) anteontem não fez cumprir o Estatuto.

De forma clara:

Quando o Conselho Fiscal, ao encontrar os erros nas contas de 2016, ao dizer que em realidade ocorreu adiantamento de receita com relação à Globo, quando descobrem e revelam que o antigo auditor levava bastantes anos trabalhando as contas do clube, que o antigo auditor perdeu documentações de anos anteriores… quando tudo isso ocorreu, o Presidente do Conselho Fiscal deveria ter comunicado imediatamente essas irregularidades, CONFORME REZA O ESTATUTO, aos Presidentes do Conselho Diretor, Pedro Abad e ao Presidente do Conselho Deliberativo, Fernando Cesar Leite.

 

Perguntado VÁRIAS VEZES, em razão de vários ARTIGOS DO ESTATUTO, se o Presidente do Conselho Fiscal havia-lhe feito qualquer comunicação (oficial ou não) nesse sentido, o Presidente do Conselho Deliberativo RESPONDEU COM VÁRIOS “NÃOS”!

 Ora senhores… o Conselho Deliberativo é o MAIOR ÓRGÃO do clube… queiram ou não os babaquinhas da flusócio e os que os acompanham em pensamento.

Então como o Conselho Deliberativo FOI DESRESPEITADO enquanto a NÃO PRÁTICA DO ESTATUTO, seu Presidente, Fernando Cesar Leite, deveria ter encerrado imediatamente a reunião, pois a falta de informação ao Conselho Deliberativo, prejudicava o andamento correto da referida reunião.

E todos sabem que  as contas de 2016 causam impactos nas de 2017.

Simples assim.  Mas não foi.

Preferiram decepcionar a quem de verdade se preocupa com o futuro do Fluminense e se submeter à pressão dos babaquinhas da flusócio, dos Esportes Olímpicos (ou o que restou deles… aonde estão os Beneméritos Atletas de ponta com um peso curricular como um Everardo Cruz, um Sylvio Kelly, um Márvio Kelly ou até mesmo um João Havelange) e dos OPORTUNISTAS da MENTIROSA turma da Democracia Tricolor (que inclusive não apoiou ao Abad enquanto candidato, se dividindo entre o Mario Bittencourt e o Celso Barros)…

E isso somente tem uma definição: ROUBAR SONHOS.

 E nesse sentido isso é o que mais me fode, porque se o Presidente Fernando Cesar Leite foi eleito, foi porque o babaca que vos escreve AQUI foi um dos 3 principais articuladores da sua candidatura, com infindáveis noites e noites passadas (em detrimento da minha vida particular) em reuniões (compareci a todas) que  buscavam  votos que o levassem à vitória.

Isso de que houve um acordo para a sua eleição… Isso não passa de um grande teatro… Fernando Cesar seria eleito ou sim ou sim (naquele 30 de janeiro quando a torcida, no exercício do seu direito como Tricolor, adentrou o Salão Nobre), da mesma forma que o Ricardo Lopes (gilcarneirista de carteirinha) seria derrotado porque simplesmente não possui qualquer carisma para presidir um órgão como o Conselho Deliberativo.

Mas a atuação do Presidente do Conselho Deliberativo conseguiu ser piorada onde MAIS UMA VEZ foi alertado nesta última reunião que haviam erros crassos de interpretação e da não colocação dos artigos  do Estatuto…

Mais uma vez MONOCRATICAMENTE decidiu seguir em direção a um caminho oposto aos que a sua EX base de apoio mostrava ser o correto.

Que decepção!

Mas o que esperar de um Presidente do Conselho Deliberativo que na penúltima reunião OFENDEU-ME  publicamente ao dizer que o meu problema era patológico… Não tenho nenhuma patologia, nem vícios, nem falo com qualquer outra coisa que não sejam seres humanos…  E o pior, não teve a humildade suficiente para pedir perdão.

Então senhores… os babaquinhas da flusócio ROUBAM SONHOS e ILUSÕES…

As pessoas que estão à frente dos Esportes Olímpicos ROUBAM SONHOS e ILUSÕES…

A mentirosa e oportunista Democracia Tricolor ROUBA SONHOS e ILUSÕES…

A mesa do Conselho do Deliberativo quando rasga o Estatuto ROUBA SONHOS e ILUSÕES…

 E quem se fode com isso? A nossa torcida, os nossos milhões de torcedores, as nossas crianças que vem o seu time de coração ser o Rei da Ejaculação Precoce.

 Só que tem parte desse Conselho Deliberativo que não comunga, nem come na mão desses irresponsáveis… E eu estou entre essa gente que tem DIGNIDADE.

Aviso: Pode ser que venha uma grande crise Institucional com uma debandada de Conselheiros que pode tornar sem vida ao Conselho Deliberativo.

Basta com que vários Conselheiros peçam demissão.  O Conselho Deliberativo não pode existir se tiver menos de 150 conselheiros… Se a cifra for inferior a esse número o órgão perde o seu sentido, qualquer jurista sabe disso.  O clube pertence aos Sócios Proprietários, que a partir do momento em que não se sintam respaldados e representados  pelo Conselho Deliberativo, devem ir para a justiça e interditar TODOS OS ÓRGÃOS que dependeram e dependem da anuência do Conselho Deliberativo para existir (leia-se Diretor e Fiscal).

Já que tem gente que prefere andar com os que ROUBAM SONHOS e ILUSÕES, eu escolho distanciar-me desses caras.

O problema do Fluminense não é a falta de dinheiro.  Falta de dinheiro sempre ocorreu, até nos melhores momentos da história.

O problema do Fluminense é a má administração do dinheiro…

O problema do Fluminense é a BOLSA – EMPREGO da flusócio…

O problema do Fluminense é ter departamentos inchados de funcionários indicados mas sem competência me currículo…

O problema do Fluminense é contratar jogadores caros (em quantidade) e sem qualidade…

O problema do Fluminense é permitir que se contratem as BARANGAS DO ABAD (leia-se De Amores, Kaike, Cabezas, Junior Dutra, entre outros)…

O problema do Fluminense é permitir que se renovem durante séculos os contratos de jogadores que pelo andar da carruagem pertencem ao Sub-25…

O problema do Fluminense são as obras que se fazem no clube, emergenciais ou não… Quem define, quem escolhe preço, de quem são as empresas contratadas, quem trabalha nessas empresas?…

Porra, tem tanta coisa para falar… Mas o que existe é um GRANDE ACORDO…

Você fica com o futebol e eu não me meto nas contas do futebol…

Você fica com as obras e eu não questiono as obras que você faz…

Você fica com as quadras de tênis e eu não questiono que o convidado do sócio (que nada paga para entrar no clube, nem para utilizar as dependências da piscina) tem que pagar pela utilizar as quadras de tênis…

Você fica com o social e eu não questiono se o clube não tem vida social…

E isso tem nome: FEUDALISMO.

Estou pensando muito se vale a pena continuar como Conselheiro.  Decepção e  traição são palavras que eu não quero conjugar, nem conviver com elas.

Tomara que a gente ganhe logo do Ceará e que possa ter cabeça para o desafio que teremos na Sul-Americana.

Mas antes de terminar tenho que mandar um abraço para 2 pessoas:

Um  é para o Ricardo Lopes.  Já pode pedir música no Fantástico… Apoiou o Gil Carneiro de Mendonça, apoiou o Álvaro Barcelos e agora é fiel escudeiro do Pedro Abad…  Simplesmente os 3 PIORES Presidentes da história do Fluminense.  Então menos empáfia, menos galhardetes de seda poida, menos alegoria e adereço. E mais uma coisa; aguardo impacientemente saber se o clube já descobriu quem jogou o chumbinho para matar rato na piscina e se as atas das reuniões do Conselho Diretor estão atualizadas (nesse caso pergunto especificamente sobre uma de fevereiro passado onde TODOS OS MEMBROS DO CONSELHO DIRETOR que estavam presentes assinaram um documento onde se assumia que o clube havia feito cagada com relação à questão dos ingressos para as Torcidas Organizadas, com relação à demissão via Whatsapp de 8 jogadores, com relação ao Gustavo Scarpa e com relação ao caso Diego Souza)… Portanto… menos empáfia, menos galhardetes de seda poida, menos alegoria e adereço.

(Ricardo Lopes lado a lado com o ex Presidente Álvaro Barcelos)

E o meu outro abraço é para o Diretor de Tênis Nilton Gibaldi: garoto, você que é oriundo do Tijuca Tênis Clube, aprenda a história do Fluminense, mas a verdadeira, não a que os teus pares e você querem disseminar.  Se não fosse a Vanguarda Tricolor este clube teria acabado. Simples assim.  Quando o David Fischel assumiu interinamente em 1998 eram 6 meses de salários atrasados para com os funcionários, eram quase 40 cheques sem fundos dados a jogadores. E tudo foi PAGO! Você não sabe de nada.  Deveria se preocupar mais de como é visto pelas pessoas que freqüentam o Tênis e melhorar o seu relacionamento com os funcionários do clube, sejam ou não do seu departamento.  Espero do fundo do coração que já esteja resolvido aquele problema.

De resto…

Sobram cargos no clube… funções que existem com outros fins e que funcionam de forma errada…  Mas a coluna já está muito extensa para que eu perca mais tempo para falar de como funcionam os funcionários responsáveis pela Ouvidoria, pela Secretária, pelo Social, pela Administração e pelo Financeiro.

 

Para terminar:

flusócio  0 x 6 Antonio Gonzalez

José Roberto Nunes Pires, Rogério Romano, Fernando Simone e esposa, Roberta Fernandes e Pedro Abad, registraram boletins de ocorrência tentando que eu fosse processado por calúnia, ofensa e ameaça…

Tentaram…

O Ministério Publico pediu o arquivamento por não encontrar indícios.  O juiz DEFERIU!

Antes disso teve gente batendo no peito e dizendo nos Twitters da vida que estava me processando, que fazia e acontecia, que me encarava…

Agora tem mais é que enfiar a viola no saco.

Sou sincero: não gostaria de ter escrito essa coluna. Mas existem momentos em que a vida te faz escolher…

E eu ficarei SEMPRE do lado que eu ver que é o correto. NÃO ABRO MÃO DA DEFESA DOS INTERESSES DO Fluminense.

Que venha o Ceará!

A pouca vergonha do “novo fluminense” da Flusócio… O Peterzismo e o Abadismo estão ACABANDO com o clube… Querem destruir Álvaro Chaves, 41.

Como sempre as informações e as denúncias me procuram… nesse caso:
Relatório da empresa Marvel que faz a manutenção das piscinas. Se não bastasse a sujeira e as conseqüências de uma obra “esquisita” onde se jogaram fora mais de 1,5 Mi de reais para que na época servisse de trunfo eleitoral para essa corja de batoteiros da Flusócio.

É óbvio que alguém vazou…
Triste constatação: Sucatearam o clube.
Leiam abaixo (o texto está transcrito sem qualquer correção):

“Srs Coordenadores um bom dia aos srs.

Srs gostaria de lhes informar sobre a casa de maquinas.

Olha senhores, hoje estamos a beira do caos, estamos trabalhando aqui dentro no limite, estamos nos desdobrando para que haja o minimo de problemas na parte que se trata da piscina, mas esta mto, mto dificil e isso vai infelizmente começar a interferir diretamente nas águas.
Estamos com todo o aquecimento das piscinas, ( todas elas) comprometidos, estamos com tubulações furadas e vazando, estamos com necessidade EXTREMA de manutenção em toda a casa de maquinas e suas tubulações de cloro, tanque de cloro, tanque de sal, geradores, aquecedores e registros.
Senhores, a qualquer momento uma dessas piscinas podem amanhecer verde, e o custo como os senhores conhecem será alto, as reclamações atingirão diretamente aos senhores.
E a resolução não é com 24 horas, todos são conhecedores disso.
Estou passando aos senhores e até sei que alguns até tem o tal conhecimento. Porém digo a vcs, o “coração” das piscinas é a casa de máquinas, e esse “coração” está preste a parar.

Neste momento.

Aquecedores de todas as 3 piscinas trabalham a 45 ou no máximo 50%.

3 tubulações furadas.

Vazamentos nos 4 cantos da casa de máquinas…

Boias com defeito, registros que dao passagens danificando bombas e etc...

Estamos como sempre, na casa de maquinas abertos a esclarecimentos a quem quiser tê-los

Informações a quem possa interessar.

Att/
Gianni / Jaguanaci.”

 

Detalhe: a empresa Marvel que faz a manutenção das piscinas, está há cinco meses sem receber.

 

O meu papo reto vai em direção aos Conselheiros dos Esportes Olímpicos:
ATÉ QUANDO VOCÊS DARÃO SUSTENTAÇÃO para a tchurma do Abad?
Ou vocês querem ser RECONHECIDOS como os que apoiaram a implosão e o desmanche da sede e do clube social das Laranjeiras?

Tricolor, não fique de braços cruzados.

Amanhã tem reunião do Conselho Deliberativo… é uma excelente oportunidade para que o associado do clube deixe clara a sua insatisfação.

A LUTA CONTINUA!!!

#FORAABAD

#FORAFLUSÓCIO

#FORAROGÉRIOROMANO

#FORAMELO

Mais escorregões da gestão Abad… entre outras coisas, um erro no código IBAN… o que significa mais 20 dias de atraso para receber um dinheiro do exterior… NORMAL!

Prefiro não analisar o jogo do sábado passado, já se falou o que todo mundo viu e sentiu.  Viramos fregueses e motivo de chacota.

E o pior: temos um time instável, inconstante e um treinador maluco.

Se aliarmos a isso o fato de termos um camisa 10 que fez apenas 1 gol em 32 partidas pelo Brasileirão…  

Se aliarmos a isso que o jogador com mais assistências do elenco é o Everaldo, com 6…

Se aliarmos a isso que o nosso ataque marca menos de 1 gol por jogo…

Se aliarmos a isso que a nossa defesa já foi vazada 39 vezes…

Se aliarmos a isso que o nosso saldo é de 8 negativo…

Se aliarmos a isso  que somente ganhamos 34% dos jogos disputados…

Se aliarmos a isso  que a nossa média de público é de 13.892 presentes nos 16 jogos em casa…

TEMOS A OBRIGAÇÃO DE FICARMOS PREOCUPADOS…  Vocês podem dizer que faltam 6 jogos e que pegaremos o Sport, o América-MG e o Ceará… mas quanto antes façamos o dever de casa melhor!

Outros dirão que estamos classificados para as semifinais da Sul-Americana e que agora temos que nos concentrar nisso…

Penso que são coisas distintas… que ambas merecem 100% de atenção pois quando o cobertor é curto qualquer desatenção te faz passar frio…

Falando em desatenção…

O Maracanã é fértil, as pessoas me procuram e me passam informações que preocupam… E essa veio direto de uma pessoa que esteve no Uruguai e lá soube de um babado forte…

Uma grana forte estava para entrar mas pintou um “pequeno” problema… Mas antes deixa eu explicar o que é um tal de código IBAN…

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“O que é e quando usar o código IBAN?

 IBAN é a sigla de International Bank Account Number, ou Número Internacional de Conta Bancária, em português. Ele é um código internacional que padroniza a identificação das contas bancárias.

O objetivo do código é diminuir ao máximo possíveis erros entre as transferências internacionais, já que existem muitas instituições bancárias, cada uma delas com diversas agências espalhadas pelo mundo, divididas entre os estados e as cidades. Para isso, foi criado um código padronizado que funciona como número de conta para operação internacionais.

Esse número foi regulamentado como padrão de identificação no Brasil em 14 de fevereiro de 2013, pelo Banco Central por meio da Circular Nº 3.625. O novo padrão foi estabelecido em consenso com as associações de bancos do país.

Como é formado o IBAN?

No Brasil, o código IBAN é formado por 29 caracteres alfanuméricos no total. Esse número pode variar de país para país.

Exemplo:

BR 38 60701190 01170 0000147266 C 1

As duas primeiras letras representam o código do país

Os dois dígitos na sequência são o código verificador

Os próximos oito números são o código identificador do banco no BACEN

Depois há o número da agência bancária

Em seguida o número da conta do cliente

A letra na sequência diz se a conta é corrente ou poupança

Por último, um número indica quantos titulares há na conta

Em outros países, o IBAN pode ter até 34 caracteres. Atualmente 69 países utilizam o código em suas transações. A lógica de composição do código é padronizada, como no exemplo acima.

Como saber o IBAN de cada banco?

A numeração do código IBAN está disponível no contrato de abertura da conta ou na seção de transferências internacionais da área logada do sistema online de cada banco.

Também é possível consultar ou validar um número no site do IBAN (que tem versão em português). Para encontrar o número clique em “calcular IBAN”. Para validar um código, clique em “Validar IBAN”. Há também a opção de ligar para a agência ou gerente da conta e pedir o código IBAN.

Importante:

O IBAN muda de acordo com a agência e com a conta. Algumas instituições financeiras exigem IBAN e SWIFT para realizar as transferências, outras apenas um dos códigos.

Qual é a diferença entre IBAN e SWIFT?

O IBAN funciona como um número de conta. Assim como os dados de agência e conta, que usamos no Brasil para transferências bancárias, ele é usado para identificar a conta de destino das remessas internacionais.

Já o SWIFT é um sistema que conecta as instituições financeiras pelo mundo. Ele codifica as informações enviadas pela rede para assegurar o sigilo e evitar fraudes. Cada banco tem um código SWIFT único, que é identificado pela rede para concluir a operação e, assim, transferir o valor de um banco para outro.”…

Fácil… muito fácil… qualquer BOÇAL consultando o Google consegue preencher esse formulário.

Pois bem o Fluminense estava para receber uma grana da primeira parcela referente ao “sell on” do Richarlison…

10% da diferença entre a venda deles (Watford x Everton) pra nossa (Flu x Watford)…

Na ânsia de receber o dinheiro pessoas do Conselho Diretor resolveram trazer para si a responsabilidade que pertence, em qualquer empresa que se preze e que seja minimamente mal administrada, ao Departamento Financeiro…

Conclusão:

Fizeram uma GRANDE CAGADA, erraram o código IBAN e com isso o dinheiro que entraria no dia X, só entrará no dia X + 20…

Repito:  Uma GRANDE CAGADA com as digitais de gente da Flusócio.  Simples assim.

Tudo isso que vos comento foi amplamente debatido no Uruguai (eu lá não estive)…

Mas além da GRANDE CAGADA, agora vem mais uma GRANDE COVARDIA… querem empurrar a responsabilidade desse morto nas costas do Diretor Executivo Financeiro (CFO) Eduardo Paes…

Coisa de gente covarde e inepta.

 

MUDANDO DE ASSUNTO…

E a SANATTO… quando é que o Fluminense vai pagar o que deve? Se não paga, os funcionários terceirizados, que vão para 3 meses de salários atrasados, não tem condições de trabalhar e o clube fica sujo e abandonado.

Ou isso faz parte do plano para ACABAR COM AS LARANJEIRAS, que no fundo é o desejo da Flusócio?

 

Ou a gestão Pedro Abad prefere deixar abandonado o Parque Aquático para que até mesmo não sócios (não convidados) invadam o recinto transformando as piscinas do clube em sinônimo de farofa e degradação?

É só ver a foto acima onde é visível a falta de um controlador nos acessos…

E os Esportes Olímpicos vão ficar calados até quando…

Ou preferem ficar calados submetidos a essa vergonha…

Isso de dizer que o clube não tem dinheiro É MENTIRA!

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O que o Ricardo Correia, o Fabiano Camargo, o Marcelo Teixeira e o Pedro Abad tem para falar da contratação do CRACAÇO Bryan Alfredo Cabezas Segura, que pelo visto não tem “cabeça segura” (desculpem o fraco trocadilho)?  Quanto é o salário desse profissional? Podemos falar de 150 mil por mês?

Quem responde por isso? Quem é o pai do Kaique, do Junior Dutra, do De Amores?

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E por último:

ATÉ QUANDO O RELATOR DA COMISSÃO DO IMPEACHMENT VAI FICAR TARTARUGANDO o parecer que pelo visto é favorável a que seja votado o impedimento do Abad?

Pensei que o Relator tivesse saído da Flusócio… mas pelo visto a Flusócio não saiu dele.

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No mais…

QUARTA-FEIRA É GUERRA! Tem que ser VENCER ou VENCER!!!

#FORAABAD

#FORAFLUSÓCIO

 

PS.: SUPOSTAMENTE sumiu uma mala de dinheiro por aí!!!

 

 

 

Tem que respeitar: ISSO AQUI É O FLUMINENSE, PORRA!!! (A história é cíclica, FORA flusócio)

Ontem, no final da grande vitória do Fluminense por 1 a 0 sobre o Nacional do Uruguai, com a conquista da classificação para a próxima fase, emocionado que estava,  lembrei-me do meu falecido Pai…

Na saída do Fla-Flu decisivo em 1973, quando conquistamos o Campeonato Carioca daquele ano, depois de colocarmos a mulambada de quatro, meu Pai, na descida da rampa do Belini, se dirigia aos flamenguistas  e gritava: “Tem que respeitar… Isso aqui é o Fluminense, porra!!!”…

Uma vez nas ruas e sem soltar-me das suas mãos de imigrante que tinha sobrevivido, ainda criança, à uma Guerra Civil ele dizia:

“Esses caras são do time do General Médici (o então Presidente da República) e acham que estão acima do bem e do mal, podendo fazer de tudo.  Falaram  que iriam ser bicampeões em cima da gente porque são o clube do povo e que com o Flamengo campeão a nação ficaria feliz e calada”…

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(foto: Manfrini marcando o 3º gol da goleada)

E continuou: “Mas isso aqui é o Fluminense porra, a nossa camisa tem mística, a gente sempre corre por fora, calados, e quando menos se espera, apesar desse Presidente de merda (neste caso falava do então Presidente do Fluminense, Jorge Frias de Paula, que no início de 1973 havia denunciado ao Doi-Codi, algumas das lideranças das Torcidas Organizadas do Fluminense, que haviam pichado os muros da sua casa com “Fora Frias”, como TERRORISTAS) somos campeões… Basta com que não atrapalhem aos jogadores e que o Duque (o treinador) faça o feijão com arroz, sem inventar, que essa camisa joga sozinha”…

Putz… 45 anos depois esse momento mágico voltou à minha cabeça…

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(foto: Dionísio, o Bode Atômico, deixando a mulambada de 4 e fechando o caixão… Fluminense – Campeão Carioca de 1973)

Sem fazer uma grande partida, mesmo desperdiçando algumas oportunidades, com um Gum (esse sim é Mito) imenso, com um meio de campo mordedor dono de uma fortíssima marcação, mas principalmente jogando como Fluminense, clube grande e dono de uma belíssima história, construída em grande parte dentro das Laranjeiras.

Estamos classificados e isso é que importa… a 4 passos do paraíso…

Mas a minha alegria foi além…

Se em 1985 por ocasião da Libertadores, nos éramos apenas 10 Tricolores em Buenos Aires… Ontem ao ver aqueles cerca de 500 torcedores, espremidos num espaço que mais parecia um curral  (OS URUGUAIOS CAGARAM NA CABEÇA DA DIRETORIA DO ABAD) cantando, se entregando, deixando a alma, sendo mais um jogador, fiquei deveras emocionado, sensibilizado e grato.

Minhas homenagens:

Ao SOBRANADA 1902 (com a sua grande liderança) e às Torcidas Organizadas do Fluminense… Fantásticos;

– À Fluruguai;

– Ao Vinícius Toledo, do Explosão Tricolor, que deu um SHOW de cobertura (enquanto isso o Marketing e a Comunicação do Fluminense só se dedicam a fazer propagandinha para o Abad);

– Aos amigos Julio Bueno, Marcos Furtado, Luciana de Farias, Gustavo Marins, Guilherme Aguiar, Raul Guilherme e Alexandre Vilella, entre outros, o meu muito obrigado.

De resto…

Esse Fluminense é PHODA!  Tem que aprender da HISTÓRIA (história essa que esses renegados da Flusócio querem apagar pois pretendem acabar com as Laranjeiras, inclusive estão boicotando EXPLICITAMENTE o Projeto de Reforma, Ampliação e Revitalização das Laranjeiras)…

E tanto a história do Tricolor e a do país se confundem e repetem…

Há 45 anos era o Duque que deveria fazer um feijão com arroz sem inventar… ontem, mesmo com as suas rotineiras substituições malucas, no geral o Marcelo Oliveira fez esse mesmo feijão com arroz…

Há 45 anos o Presidente Jorge Frias, era odiado pela nossa torcida e se queixava dos nossos torcedores à polícia…

Hoje, o Presidente Pedro Abad é odiado pela nossa torcida e me denunciou à Polícia Civil e tenta processar-me…

Há 45 anos o Presidente da República, o General Emílio Garrastazu Médici (que presidiu o governo mais facínora da história do Brasil) era popularesco e não gostava de gente que pensava diferente dele…

Hoje nós temos o Bolsonaro…

Há 45 anos a gente calava o restante do Rio de Janeiro…

Hoje nós somos o Rio de Janeiro na América do Sul.

Há 45 anos o Frias tinha um Estatuto que o protegia uma vez que foi eleito de forma indireta…

Hoje, estamos aguardando o relator da Comissão que analisa o Pedido de Impeachment do Abad emitir logo o parecer… Já está demorando muito…

Há 45 anos o clube era formado por gente decente…

Hoje…  nisso   realmente os tempos mudaram… Nós temos que conviver com os MULAMBUS do alto clero da flusócio, que só aparecem nas vitórias com seus textos mentirosos… coisa de covardes.

No sábado teremos o Vasco pela frente… é bom ficar atentos… pois de outra forma vai ficar claro uma coisa… que o cobertor é pequeno… de que adianta cobrir a cabeça e deixar que os pés fiquem congelados.

No mais!

“Tem que respeitar: ISSO AQUI É O FLUMINENSE, PORRA!!!”

Não pare de cantar…

“Vamos pra cima Fluzão… QUEREMOS GRITAR É CAMPEÃO!”

Saudações TETRACOLORES

Antonio Gonzalez

 

Deixo aqui, um pequeno texto que define um ser popularesco daquele 1973

(https://medium.com/arquibancadaantifa/%C3%A0-sombra-da-ditadura-m%C3%A9dici-9dff88450cdf)

(foto: Médici no Maracanã — flamenguista e apaixonado pelo futebol e quase sempre visto nos estádios)

“À sombra da ditadura: Médici

Com a política interna conturbada, Lincoln Gordon, latifundiários e empresas estrangeiras instaladas no país, caminhávamos como um cordeiro rumo ao abate; Ambiente propício e completamente favorável para o golpe de 1964 no qual instauraria a ditadura militar no Brasil que duraria 21 anos. Assim como em qualquer outro ambiente, o futebol não ficou de fora do militarismo, autoritarismo, tensão, propaganda, mas acima de tudo resistência. Estrategicamente bem utilizado para manipular as massas, o futebol torna-se alvo de forte acesso para general Emílio Garrastazu Médici na década de 70.

Médici, nos braços da geral

É quase impossível não relacionar o Médici com o futebol, flamenguista e apaixonado pelo futebol e quase sempre visto nos estádios, o “28.º Presidente do Brasil” completa a lista de presidentes-ditadores junto a Castelo Branco, Costa e Silva, Geisel e Figueiredo. O ditador deu nome ao “Torneio do Povo”, oficialmente chamado de Torneio General Emílio Garrastazu Médici, inicialmente disputado por Flamengo, Atlético-MG, Internacional e Corinthians (campeão da edição de 1971). O Torneio do Povo tinha como intuito reunir os times com as maiores torcidas de seus respectivos estados; Teve como campeão na edição de 72 o Flamengo e em 73 o Coritiba.”