“Morte, morte, morte ao amor” (por Sylvio Almeida – Facebook)

“Havia planejado como na maioria dos dias, publicar uma foto representando a beleza sem padrão imposto, apenas pela beleza natural das pessoas.

Não dá, hoje não dá.


Saí ontem do centro da cidade por volta das 21h depois de uma pancada de chuva absurdamente forte, já tinha notícias que na zona norte ventava forte nesse período.
Peguei o velho 497 depois de resolução íntima de reduzir circular de carro o máximo possível, quem me conhece sabe o quanto gosto de automóvel e principalmente dirigir, mas os tempos atuais não permitem a um cidadão hipertenso quase sexagenário dirigir com calma e equilíbrio, motocicletas e seus condutores kamikazes cruzam nossa frente, lateral ou verso de forma ameaçadora e agressiva nos tornando reféns de nós mesmos, quando nos importamos com a vida alheia. Engarrafamentos monstruosos numa cidade sem comando ou direção, carente de arquitetos e engenheiros com capacidade plena de gerir os espaços urbanos (um verdadeiro desastre administrativo público).

Mas tudo isso pra dizer que em meio ao caos urbano planejado, sim, planejado, porque não é possível acreditar que o prefeito, o governador e toda a sua turba possam ser tão incapazes assim, tem que haver um projeto de incapacidade para destruir uma cidade da importância mundial como o Rio de Janeiro, só pode.


Enfim, consegui chegar de ônibus do consórcio que cobra os R$ 4,05 de passagem, mas não oferece conforto ou segurança alguma, além de sujeira, baratas, equipamentos sucateado num serviço de sauna gratuita pois o ar condicionado, só existe mesmo as grelhas vazias no teto do veículo. Enquanto outras empresas consorciadas oferecem carros climatizados e e em conformidade com o valor da passagem pago.


Haveria muito mais pra maldizer desses serviços de concessão mas pouco adiantaria visto o quanto o noticiário já o fez.

Queria mesmo é me solidarizar com as vidas perdidas numa cidade que cresce sem absolutamente nenhum, eu digo e afirmo, nenhum planejamento urbano capaz de minimizar os tempos vindouros de densidade demográfica cada vez mais crescente nas encostas que jamais deveriam ter sido ocupadas, o Rio de Janeiro tem uma característica geográfica que não permite viver seguramente nas encostas, por mais que se invista nela, porém a política má gerida irá sempre permitir que assim aconteça, em decorrência disso…

Morte, morte, morte ao amor.”

X – X – X – X – X – X

O fotógrafo Sylvio Almeida foi mundo feliz ao FOTOGRAFAR de forma nua e crua a terrível noite do dia 07 de fevereiro (ontem) onde a natureza transformou em tragédia o maltrato a que vem sendo submetida ao logo dos tempos.

Por outro lado Sylvio é sócio do meu irmão Paulo-Roberto Andel no “SEBO X”, Praça Tiradentes, 9/611, lá no Centro, pertinho da estação Carioca do Metrô. Imperdível, os melhores preços do da cidade. Tem tudo para se transformar em um dos novos points da cidade.

100% C U L T U R A (apesar do calvário ministerial que assola este país).

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